Eu não queria sair de Bocaiúva tão cedo.
Mas era preciso seguir.
Na estação de Engenheiro Navarro, embora houvesse homens trabalhando, o ambiente não era acolhedor. Era árido.
Pela primeira vez pudemos ver o que foi feito de alguns vagões do trem azul (dizem que a maior parte foi cortada no maçarico) que nesse caso viraram alojamento. Transformar é sempre melhor que abandonar (na minha opinião) mas nesse caso imagino que não deve ser um ambiente muito agradável para a morada:
O que foi feito para seguir não deve ficar estacionado!
Devo reconhecer que não gostei muito de Engenheiro Navarro.
Já Engenheiro Dolabella, eu adorei!
Lugar perfeito pra escrever um romance!
Na estação, o que mais marcou foi a força da NATUREZA que retoma, com PACIÊNCIA, o que é seu:
Que coisa mais linda!
E eis que encontro uma placa de Santa Matilde, que me lembra dos amigos do LESMA e comprova, mais uma vez, que, verdadeiramente, tudo começou com o Psiu Poético!
Para Bueno do Prado, foi uma estrada longa dentro de uma propriedade privada, o que nos deixou a todos um pouco apreensivos. Lá, apesar de ainda encontrarmos a linha de trem, o ambiente não era de uma estação. E, uma vez, mais, a NATUREZA:
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